Centro de estudios, la mujer en la historia de américa latina

Lia Faria - Ana Luiza G.Balassiano 489 Professor Pedro • Na sua narrativa biográfica o professor Pedro se apresentou como vindo de uma família simples. Seu pai chegou até sargento e sua mãe era doméstica. Como lembrança familiar lembra o célebre frase: melhor herança – o estudo. Tendo aprendido a ler só com dez anos, no ensino secundário entrou para marinha. Ainda narrando sua trajetória salientou não ter participado da guerra colonial. Sobre seu percurso escolar enfatizou nunca ter experimentado uma reprovação. Aos 17 anos entrou para o curso de formação de professores de Educação Física. Experimentou nesta fase um momento de transformação, dos debates de uma educação inclusiva. Salientou que para a sua geração, a Educação Física era formada por uma elite, as grandes lideranças vinham em sua grande parte destes professores. • Questões que marcaram sua geração – crises acadêmicas, no centro a questão da democracia e a guerra colonial. Para fugir, migravam para a França e a Alemanha. Anos 1960-70 nas periferias dos arredores de Paris se constituem comunidades portuguesas. Guerra do Vietnã, maio 68, liberdade, pílula ... questões postas e que faziam parte dos espaços universitários fossem por experiências vivenciadas, fossem por conversas e debates... • No primeiro ano, doente com hepatite, foi obrigado a parar os estudos de EF por conta do repouso físico. ...era um período de falta de professores... professores leigos... E assim fui dar aulas aos 18 anos como professor provisório... • Me tornei professor por necessidade econômica e por questões de saúde... • Militei de modo clandestino – o partido comunista só depois se legaliza. Minha esposa era do PC e eu nem sabia. Só descobri após o 25 de abril, quando então também me filiei ao PC. • Enfatiza a importância do grupo de estudos ainda como professor provisório... • A marinha recrutava os cinco melhores e ele foi um deles – técnico especialista de EF... não iam para a Guerra se tivessem “bom” comportamento. Sindicalista Julio • Destaco a importância dos intelectuais a serviço da liberdade em obras, livros, canções. Pintores como Maria Helena Vieira da Silva e Sofia de Mello Breyner, poeta. Na arquitetura, um conjunto de arquitetos enfrentaram o regime, conhecido como os 101 arquitetos católicos. O escritor Manuel Alegre foi expulso da universidade, se exilou na Argélia. Faz versos que dão origem à canção -“ nem meu vento falava” 19. • O professor de português, Óscar Lopes, “me ensinou a escrever, a interpretar e a pensar”. 19 “Pergunto ao vento que passa notícias do meu país e o vento cala a desgraça o vento nada me diz” Intérprete: Adriano Correia de Oliveira Música: Manuel Alegre - António Portugal

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